Eu acredito ter entendido o desenho das múltiplas árvores, finalmente.
Cada árvore única inserida na árvore maior representa uma dimensão. (Aposto, sem olhar agora, em sete, onze ou treze… mais?) Ou um nível, como preferir.
Simples, não?
Quanto mais alto no desenho, mais evoluído; portanto, figuras como Yeshua (Jesus), Sidarta Gautama (Buddha), Krishna, e todos os demais avatares, além, é claro, de tipos como Gandhi e Chico Xavier, com certeza já estariam na árvore acima, no mínimo.
A Terra?
Certamente que não na base. Ora, jovem padawan… temos muito o que aprender, por certo. Mas, se cá mesmo, neste plano, já vides facilmente exemplares notórios de seres menos evoluídos, além dos supracitados, mais evoluídos, conseguiste imaginar como há muito abaixo, e também acima?
As above, so below. Tudo o que está acima é como o que está abaixo. Assim na Terra como no Céu.
Amém.


A Árvore possui mtos significados.. não sou um grande entendedor nem nada, mas na Kaballah Hermética, cada Sephiroth corresponde a um planeta/corpo do nosso sistema solar (mais especificamente a uma “esfera”, entendida aqui como um conjunto de aspectos/dimensão físico, astral e mental, etc).
Terra – Malkuth
Lua – Yesod
Mercúrio – Hod
Vênus – Netzach
Sol – Tiphareth
Marte – Geburah
Júpiter – Gedulah
Saturno – Binah
As esferas trans-saturnianas em geral não são representadas por um planeta.
No sistema Hermético do Franz Bardon, após passar por um extenso treinamento (Graus 1 ao 8 do livro “Magia Prática: O Caminho do Adepto”), o mago se habilita a trabalhar com o segundo e terceiro livro. No segundo livro, ele aprende a evocar seres de diferentes esferas (segue-se a ordem que mostrei acima), e vai trabalhando com eles, adquirindo conhecimentos e habilidades referentes a cada esfera. Só após trabalhar com seres da nossa esfera (levando-se em consideração a dimensão física, astral, mental, etc), se evoca seres de Yesod.. e por aí vai.
Isso não significa que seja impossível entrar em contato e aprender mais sobre essas esferas sem um contato tão aprofundado com elas. Uma forma interessante é esta:
http://www.abardoncompanion.com/8T-Intro.html
É uma prática simples, sem requisitos, feita por um praticante avançado. Ela te leva a conhecer mais sobre cada uma das esferas. Futuramente, com um nível espiritual maior, o que vc poderá fazer em cada Templo (vide link) mudará. Trabalhei com alguns dos Templos já (estou pra fazer o de Geburah) e achei sensacional. Ás vezes, eu tava meio cético, e fui *fortemente surpreendido* pelos acontecimentos.
Abraço..
grato pela ótima explanação, Joel! Vou explorar com afinco o link que vc compartilhou.
Mas o que diabos, ahem, significa então o desenho das múltiplas árvores? (que eu deixei de fora do post, mas é basicamente uma árvore sobre a outra – como se kether fosse o malkuth da árvore ‘acima’…)
Não sei exatamente =)
Concluo que tem a ver com os múltiplos estados de consciência do ser humano !
“Em vida” conseguiríamos alcançar “apenas” a esfera do Sol, representada pelos avatares que citei no post, certo, BrunoMais?
Aprendi que a imagem das múltiplas árvores a que me referi no comentário se chama Escada de Jacó. :)
” “Em vida” conseguiríamos alcançar “apenas” a esfera do Sol, representada pelos avatares que citei no post, certo, BrunoMais? ”
Não creio.. mesmo incarnado vc pode entrar em contato e trabalhar com seres de esferas até mais elevadas do que a do Sol. Dois dentre os estudantes mais avançados que ouvi falar do sistema do Franz Bardon dizem publicamente que trabalham com seres de esferas mais elevadas (até detalham evocações, etc).
Sobre contato/evocação sei muito pouco. Mas me referi ao que vc mesmo consegue se tornar neste plano – à iluminação, representada pela sexta esfera.
Acho que vc consegue se tornar qualquer coisa nesse plano..
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